terça-feira, 11 de outubro de 2011

Padrões mundiais de liderança ajudam relacionamento com equipe



Daniel Ramirez, presidente da Eagle’s Flight Brasil, falará noHSM ExpoManagement 2011 sobre as qualidades do líder como fatores-chave na gestão de pessoas e talentos

Harmonia da equipe e a gestão eficiente do capital humano são fatores que estão cada vez mais apreciados entre as competências dos gestores. Segundo uma pesquisa do Instituto Gallup, 67% das pessoas que pedem demissão não o fazem por insatisfação com seu cargo, mas sim por conta do modo de agir de seus líderes.

“Cada vez mais, as pessoas são o maior diferencial competitivo de qualquer corporação e devem ser tratadas como tal. Porém, quando elas não estão satisfeitas e não têm um líder que as incentive, a produtividade cai e fica muito mais difícil retê-las”, explica Daniel Ramirez, presidente da Eagle’s Flight Brasil.

O gestor que ministrará a palestra “In your hand - Os comportamentos de um líder world-class” na HSM ExpoManagement 2011, que acontecerá entre os dias 7 e 9 de novembro, lembra que o aumento das oportunidades de trabalho no Brasil tem sido um dos fatos que têm tornado profissionais de diversas hierarquias menos tolerantes à lideranças ineficazes.

Para Ramirez, mudar de emprego está mais fácil e, por isso, os gestores brasileiros que não mudarem seu modo de liderança ficarão cada vez mais suscetíveis à concorrência de perderem seus melhores colaboradores para as empresas internacionais, habituadas com outros padrões de gestão.

Se por um lado as expectativas são boas, para o empresário, o interesse dos líderes brasileiros em aprimorar seus processos de liderança tem aumentado ano após ano.

“A consciência existe, mas a dificuldade está em promover algumas mudanças de comportamento. O líder deve entender que sua função é cuidar para que seu time se desenvolva, estando próximo das pessoas e não como uma figura isolada em sua sala”, alerta.

Para dar início a essas mudanças e atingir os padrões mundiais de gestão,  o líder deve seguir três importantes lições:

●   Seja um exemplo nobre. Não é preciso ser um super-herói, mas sim possuir firmeza de caráter e ser um modelo de ética e de competência técnica para seus liderados.
●   Entenda que coaching não é uma tendência. O interesse genuíno em ajudar a equipe a melhorar é uma premissa da liderança e deve ser uma atividade permanente. Mais do que uma ocasião especial, é parte da rotina do líder e se inclui em seu rol de responsabilidades.
●   Saiba exigir resultados. O líder deve ser intolerante com a falta de resultados, porém à medida em que ele assume seu papel de liderança e conduz o coaching de modo correto, as metas se tornam parte inerente ao processo e a cobrança é cada vez menos necessária.

Portal HSM

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A DESMOTIVAÇÃO NO TRABALHO




ABRAHAM SHAPIRO

Façamos uma rápida avaliação. Que tipo de colaborador você tem sido na sua empresa? Você está entre os que vão ao trabalho e fazem apenas o suficiente para continuar empregados? Ou entre os que têm ousadia para inovar?

Uma consultoria norteamericana, com filial no Brasil, acaba de concluir pesquisa revelando que 31% dos funcionários estão acomodados no emprego. O estudo, que define esses profissionais como "inefetivos", foi feito com 260 mil trabalhadores de 85 empresas de todos os setores - indústrias de base, de transformação, serviços, setor público e terceiro setor.

“Inefetivos” são os trabalhadores que entregam menos do que podem. Não se sentem engajados com a empresa e acham que não dispõem de suporte necessário para desenvolver suas atividades. Esse tipo de trabalhador costuma permanecer na organização por causa do salário e até porque gosta dos colegas. Ele vive uma "aposentadoria mental", e mesmo com responsabilidades, não tem sonho de crescimento e nem investe na sua formação ou qualificação.

A desmotivação é o que empurra o profissional para a acomodação. Ela é detectada em todas as áreas, níveis hierárquicos e idades. Em muitos casos, a organização não oferece possibilidades de crescimento e o retorno, inclusive financeiro, não é o esperado pelo funcionário, que começa a ficar desestimulado. Geralmente ocorre quando o trabalhador tem de quatro a cinco anos de empresa. É quando ele se acomoda na empresa e na carreira.

Ao identificar um profissional acomodado, o gestor tem como reverter a situação. Deve, por exemplo, propor mudança de área. A empresa também pode contribuir por meio de algumas ações, como comunicar com transparência os rumos do negócio, passar visão otimista à equipe e oferecer maior autonomia ao funcionário.

A solução, porém, está nas mãos do profissional. Jogar a culpa e a responsabilidade na empresa não é a melhor saída.

Se isto é o que se passa com você, pergunte-se o que pode fazer para mudar o quadro. Leia, faça um curso de reciclagem, contrate um coaching, mas dedique-se à cura deste mal profissional, pois, não é a empresa que está com problemas, e sim você.

Mude-se para promover mudanças externas. 




segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Quais os principais desafios para criar uma boa equipe.

Entrevista realizada com Paulo Campos pela repórter Paula Weidlich da Escola de Negócios Estação Business School.


Parte 1


Parte 2



Quem é Paulo Campos?

Entre aqui e confira:
http://vocesa.abril.com.br/blog/mochileiro-corporativo/about/